
O Batizado do Gabriel
Finalmente pude conhecer o Gabriel!
Depois de fotografa-lo ainda na barriga agora foi a vez do seu batizado, tendo a chance de registrar todos babando pelo mais novo integrante da família x)


















O Primeiro Aninho da Júlia

A Júlia é uma garotinha linda!
De olhar curioso e desconfiado demorou um tempinho até ela se acostumar comigo, mas depois foram muitos sorrisos x)



Jessica + Lucas, o irmão mais velho – 12 semanas
Registrar esse momento especial passa muito longe de somente fazer algumas fotos.
É fazer parte de uma nova história de começa a ser escrita, e acompanhar as mudanças que chegam, a família crescendo e o filho pequeno se tornar o irmão mais velho.


Digipix Day 2016
memória
me.mó.ria
sf (lat memoria) 1 Faculdade de conservar ou readquirir ideias ou imagens.
Conservar imagens. Conservar recordações. Conservar histórias.
Olhar aquela foto no álbum, porta-retrato ou guardada naquela já amassada e velha caixa no fundo do armário e vivenciar um instante mágico em que praticamente nos colocamos novamente dentro de um momento especial.
Reviver momentos, que por causa da fotografia, felizmente não se perderam no tempo.
Por isso dou o maior valor a preservação da memória. Não deixar que ela se perca em um pendrive, HD ou rede social qualquer.
TER as fotos. TER porta-retratos. TER álbuns.
TER as memórias à mão para reviver sempre o que for mais importante para você.
O DigipixDay 2016 foi assim.
Mostrou todas as novidades que se espera de uma empresa que trabalha com impressão de fotos, mas acima de tudo foi uma ode ao que é mais importante no trabalho de um fotografo. A preservação das lembranças de cada pessoa que nos escolhe como seu fotógrafo.



O batizado do Victor
O Victor tem grandes olhos, que curiosos olhavam TUDO.
A câmera, as pessoas, a igreja, o padre, os padrinhos, fica a certeza que adorou o dia do seu batizado e todo o carinho que recebeu.

ERA UMA VEZ UMA FOTO: Sol

O que mais gosto na fotografia é que por vezes não temos a menor ideia do que o dia vai nos proporcionar. Essa imprevisibilidade exige do fotografo uma grande capacidade de adaptação, usar as ferramentas disponíveis naquele momento para a construção da melhor imagem possível.
Esta foto foi feita em um domingo de manhã no Elevado Costa e Silva (Minhocão). Havia fotografado lá há alguns anos, e decidi voltar para redescobrir o local.
O amanhecer entre os prédios. Uma luz amarelada e forte. Um bom-dia para a cidade. Um bem-vindo para mim. EXATAMENTE a primeira imagem que vi.
Naele no País das Maravilhas – Festa a Fantasia
A essência de uma comemoração é celebrar um fato importante, por vezes é a realização de um sonho. A festa a fantasia da Naele saiu do País das maravilhas e se tornou realidade em uma noite de muita diversão.


Os 3 anos do Daniel
Viver em outro País tem seus pontos positivos e negativos, ficar longe da família e amigos está entre a parte negativa, mas as visitas ao Brasil são sempre cheias de amor, carinho, risadas e histórias. Foi assim na festa de 3 anos do Daniel, a certeza que por aqui tem muita gente que ama ele.











A construção de uma imagem
Divina inspiração não existe.
Uma ideia criativa simplesmente não surge pronta na cabeça de um artista, que dá vida a ela por meio de um quadro, um texto, uma fotografia, uma música, ou seja qual for a maneira pela qual ele se expressa.
Divina inspiração não existe, é sim fruto de uma construção trabalhosa.

O que é comum a qualquer artista é que o primeiro passo de uma criação é a maneira como ele enxerga o mundo. O que acredita, o que gosta, suas referências, elementos que fazem parte de um fluxo de ideias e reflexões que mesmo inconscientemente passam sim pela cabeça de quem está criando.
Particularmente sobre a fotografia os caminhos que a construção de uma imagem permeiam, além da visão particular de cada fotografo, são os da técnica e da composição, que juntos lapidam a imagem a ser criada dentro da cena que se apresenta.
Para um fotografo a imagem surge de algo que chama a atenção, seja real ou uma ideia que será construída posteriormente.
Qual a melhor maneira de fazer esse registro?
Se algo chamou a atenção é porque ele tem sentimento, tem história, é instigador. É papel do fotografo interpretar isso e conseguir responder de forma concisa: Onde? Quando? Quem? De que forma? Para quê? O quê?
Além dessa parte mais subjetiva temos as perguntas que a técnica faz: vertical ou horizontal, colorida ou preto e branco, qual a profundidade de campo ideal, luz natural ou flash, como compor o que estou vendo.

Assim se constrói uma imagem. Com muito trabalho, muitos erros, muita experimentação e muita espera porque no caso da fotografia ainda precisamos ter a paciência e a esperança de que o momento decisivo irá chegar. Um olhar, um beijo, um carinho, uma pessoa passando, um pássaro, uma nuvem, um carro, uma risada, um sorriso…
É ai que reside toda a magia!
Fonte: Livro Contexto e Narrativa em Fotografia de Maria Short